Durante muito tempo, marcas farmacêuticas falaram baixo, sério e distante.
A CIMED fez o oposto: falou alto, direto e no ritmo da internet.
Enquanto concorrentes ainda apostam em discursos engessados, a CIMED aparece nos Reels, nos memes, nos comentários e nas trends. Não como figurante, mas como protagonista. E isso levanta uma curiosidade legítima:
como uma indústria tradicional virou referência de engajamento digital?
A CIMED não “entrou nas redes sociais”. Ela entrou na cultura digital.

A marca percebeu cedo que as pessoas não seguem empresas para receber anúncios, mas para se entreter, se identificar e se sentir próximas. Em vez de repetir benefícios técnicos de produtos, a comunicação passou a mostrar:
- bastidores reais,
- linguagem simples,
- humor sem medo,
- e presença constante de executivos e colaboradores.
O resultado é uma comunicação menos institucional e mais humana. A CIMED não parece uma marca distante. Parece alguém que entende como o feed funciona.
O conteúdo que viraliza no Instagram mostra um padrão claro: consistência de narrativa.
A CIMED fala de negócio, crescimento, mercado e produto, mas sempre com:
- frases curtas,
- edição rápida,
- e um tom que mistura confiança com informalidade.
Outro ponto-chave é a exposição de liderança. Executivos deixam de ser figuras invisíveis e passam a representar a marca. Isso gera credibilidade, aproximação e — principalmente — identificação.
Não é sobre dancinha.
É sobre personalidade.
É fácil dizer que “o algoritmo favoreceu”. Mas o algoritmo não sustenta relevância sozinho. O que sustenta é:
- clareza de posicionamento,
- repetição de mensagem,
- e coragem de fugir do script tradicional do setor.
A CIMED entendeu que, na economia da atenção, quem parece humano ganha vantagem. Mesmo em mercados regulados, é possível comunicar com leveza — desde que haja estratégia.
O sucesso da CIMED nas redes não veio de um viral isolado. Veio de decisão estratégica.
Decisão de aparecer.
Decisão de falar a língua da plataforma.
Decisão de assumir riscos calculados.
No fim, a lição é simples e desconfortável para muitas marcas:não é que seu público não se interessa. Talvez ele só não se reconheça no jeito que você fala.
Produção: Lamar Comunicação
Concepção: João Victor
Texto: Jarvis, inteligência artificial da Lamar Comunicação
Revisão e edição: Ketlyn
Fontes:
• Conteúdos recentes da CIMED no Instagram
• Análises contemporâneas sobre branding e redes sociais


